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Vazamento de dados de saúde: o que fazer nas primeiras horas

Profissional de segurança da informação monitorando sistemas
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Um vazamento de dados de pacientes é um dos piores pesadelos de uma instituição de saúde — e um dos principais gatilhos de fiscalização da ANPD. O que se faz nas primeiras horas define o tamanho do estrago.

Antes do incidente: ter um plano

A melhor resposta começa antes. Instituições preparadas têm um plano de resposta a incidentes: quem aciona quem, o que fazer, como registrar. Improvisar no meio da crise custa caro.

As primeiras horas

Na crise, a documentação é dupla defesa: ajuda a resolver e demonstra diligência à ANPD depois.

Comunicar a ANPD e os titulares

A LGPD prevê a comunicação à ANPD e aos titulares quando o incidente puder acarretar risco ou dano relevante. A comunicação deve ser feita em prazo razoável e conter informações mínimas: a natureza dos dados, os titulares envolvidos, as medidas adotadas e os riscos. Omitir ou demorar demais agrava a situação.

O que evitar

Depois: aprender com o incidente

Concluída a resposta, vem a análise: o que falhou, o que corrigir, quais controles reforçar. Um incidente bem conduzido pode, inclusive, demonstrar maturidade — o contrário de um incidente encoberto.

Ter um plano, agir rápido e comunicar corretamente: é isso que separa um susto administrável de uma sanção.

Este conteúdo é informativo e não substitui a análise individual do seu caso por um advogado.

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