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Direitos do titular de dados de saúde: o que a instituição deve garantir

Médico acolhendo um paciente em gesto de confiança
Imagem ilustrativa · banco de imagens

Na LGPD, o paciente é o titular dos seus dados — e titular tem direitos. Para hospitais e clínicas, atender esses pedidos de forma correta é parte central da conformidade e da confiança.

Quais são os direitos

O titular pode, entre outros:

Um limite importante na saúde

Alguns direitos convivem com obrigações legais da instituição. O melhor exemplo é a eliminação: o paciente pode pedir para apagar dados, mas o prontuário tem prazo mínimo de guarda exigido por norma — então não se apaga o que a lei manda conservar. Saber conciliar direito do titular e obrigação legal é o que evita erro nos dois sentidos.

Atender o titular não é dizer "sim" a tudo, nem "não" por padrão. É aplicar a base legal e a norma correta a cada pedido.

Prazos e canal de atendimento

Os pedidos têm prazos de resposta, e a instituição precisa de um canal claro para recebê-los — geralmente sob a coordenação do encarregado (DPO). Um canal que funciona (e responde no prazo) é justamente o que a ANPD verifica primeiro.

Como se preparar

Atender bem o titular é, na prática, a face visível do programa de proteção de dados — e a que mais gera (ou destrói) confiança.

Este conteúdo é informativo e não substitui a análise individual do seu caso por um advogado.

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